Meus pais sempre foram muito simpáticos, ainda bem que não fui brindado com esse "dom", e isso os fazias comemorar minahs passagens de ano sempre com uma festa para pessoas intimas, seus amigos e uns parentes que gostam de comer de graça. Meus sete anos não foram diferentes, fiquei rodeado de primos e crianças de procriação inderterminada- nunca importei-me em estabelecer laços com os amigos dos meus pais, gosto quando Evan e Doris sentem-se tendo uma coisa privada -havia junk food como qualquer coisa destinada a pessoas que tem como prazer comer pelo sabor gorduroso e cheio de sacarose, porém o forte da festa era um cabrito (acho que era esse o animal representado pela pinhata), era colorido e digno de algum festival a la mexico, mas em suma isso não foi o fator determinante para eu adquirir um aversão por doces ou as roupas do meu pai o que fez isso foi:
flashback
- Matt querido, você poderia derrubar a pinhata agora ! - Uma Doris sorridente dizea a seu filho.
- Mãe, temo em dizer mais eu não enfiaria um bastão em um animal. Mesmo sabendo que ele não é derealidade. (sim eu cria que existia uma palavra como "derealidade", sinto-me envergonhado pela inocência infantil) - Disse Matt, com um expressão que realmente era em branco.
- Oh se você não vai quebrar a pinhata como consiguiremos os doces ,Matt ?- Era uma retórica, mas só com sete anos eu não entenderia.
Pausa no flashback
Os fatos seguintes poder ser chocantes aconselho que pulem e sejam felizes com seus celulares e ipod's.
Se você continua ai é uma prova que a curiosidade realmente mata o homem ou mulher se esse for o caso. Relatarei rápido e curto, pois pretendo poder olhar para o Evan está noite quando mentir sobre o quanto passei mau durante à tarde.
Retorno do flashback
De repente saiu das portas duplas que iam ao jardim um senhor Evan Dunstin coberto de coces pelo corpo e um grande porrete de cor caramelo, as crianças gritavam em puro êxtase indo em direção ao Evan e retirando pedaços da sua vestimenta com as mãos gordas e incrustadas de gordura, Matt permanecia parado em estado de choque e com milhares de pensamentos vindo à mente até Evan falar.
- Ei Matt, venha pegar os doces ! Papai trouxe o porrete de caramelo para você enfiar na pinhata e poder tre muito mais!
E isso só fez Matt mais estático e pálido.
Fim do flashback
Presumo que tenham entendido o meu horror aos doces e as vestimentas do meu pai.
Notei também as novas lentes de Doris e que ela tinha alterado seus livros de cabeceira, minha mãe tem o hábito de mudar em certos períodos de tempo seus livros de cabeceira. Meus pais possuem cada qual a sua cabeceira com três livros cada um relógio/despertador e um copo personalisado. Evan possui sempre os mesmos livros: O prícipe, Maquiavel; dicionário de inglês e Mitologia, monstros e deuses. Doris regurlamente troca seu livros, isso me permiti ter uma análise mais apurada sobre como ela se sente em um dado período.
Nesta manhã notei um romance bobo com um título que não pretendo citar, isso me diz que Evan tem faltado com as atividades físicas do casamento; uma comédia, sei que ela não ira termina-lá- o romance consome muito da mente de Doris - e um livro um tanto assustador ao meu ver, é de auto-ajuda e é sobre como os pais devem amar os filhos apesar de tudo, o que suficientemente. Eu não a culpo, sei que é sei dever me amar apesar de tudo mais repeito o que ela sente e entendo se ela não me ama como o livro a diz para- ninguém realmente sente afeição por mim, como eu igualmente retribuo a indiferença - auto-ajuda não é uma soluçao para os problemas por isso penso que quando Doris chegar à casa devo ter com ela uma coversa fanca sobre o fato de não ser necessário me amar como o livro diz, contanto que continue a me alimentar e tratar como um ser igualitário.
Passada a visita aos quartos dos meus pais não notei nada de noco ou singular, então parti para à janela do corredor para observar a rua sem movimento e os ocasionais surfista indo em direção à praia. Acho que devo preparar um chá e comer algo para poder vômitar mais tarde, não quero passar por um mentiroso quando Doris chegar.
Portanto até mais ver, Matt E. Dunstin