terça-feira, 13 de dezembro de 2011

L.ivro

 Hoje estava um pouco indisposto- o que posso admitir ser apenas uma desculpa para não ter que aturar as aulas do dia na Fienz - portanto pedi à Doris para permanecer em casa. Nesses raros momentos de solidão eu gosto de andar pelos comodos e notar as auterações que ocorrem na configuração doméstica. Notei que Evan adquiriu um novo par de sapatos de cor caramelo, odeio quando sinto que meu pai usa doces em seu corpo desde meu aniversário de sete anos.
 Meus pais sempre foram muito simpáticos, ainda bem que não fui brindado com esse "dom", e isso os fazias comemorar minahs passagens de ano sempre com uma festa para pessoas intimas, seus amigos e uns parentes que gostam de comer de graça. Meus sete anos não foram diferentes, fiquei rodeado de primos e crianças de procriação inderterminada- nunca importei-me em estabelecer laços com os amigos dos meus pais, gosto quando Evan e Doris sentem-se tendo uma coisa privada -havia junk food como qualquer coisa destinada a pessoas que tem como prazer comer pelo sabor gorduroso e cheio de sacarose, porém o forte da festa era um cabrito (acho que era esse o animal representado pela pinhata), era colorido e digno de algum festival a la mexico, mas em suma isso não foi o fator determinante para eu adquirir um aversão por doces ou as roupas do meu pai o que fez isso foi:
flashback
 - Matt querido, você poderia derrubar a pinhata agora ! - Uma Doris sorridente dizea a seu filho.
 - Mãe, temo em dizer mais eu não enfiaria um bastão em um animal. Mesmo sabendo que ele não é derealidade. (sim eu cria que existia uma palavra como "derealidade", sinto-me envergonhado pela inocência infantil) - Disse Matt, com um expressão que realmente era em branco.
 - Oh se você não vai quebrar a pinhata como consiguiremos os doces ,Matt ?- Era uma retórica, mas só com sete anos eu não entenderia.
Pausa no flashback
Os fatos seguintes poder ser chocantes aconselho que pulem e sejam felizes com seus celulares e ipod's.
Se você continua ai é uma prova que a curiosidade realmente mata o homem ou mulher se esse for o caso. Relatarei rápido e curto, pois pretendo poder olhar para o Evan está noite quando mentir sobre o quanto passei mau durante à tarde.
Retorno do flashback
De repente saiu das portas duplas que iam ao jardim um senhor Evan Dunstin coberto de coces pelo corpo e um grande porrete de cor caramelo, as crianças gritavam em puro êxtase indo em direção ao Evan e retirando pedaços da sua vestimenta com as mãos gordas e incrustadas de gordura, Matt permanecia parado em estado de choque e com milhares de pensamentos vindo à mente até Evan falar.
 - Ei Matt, venha pegar os doces ! Papai trouxe o porrete de caramelo para você enfiar na pinhata e poder tre muito mais!
E isso só fez Matt mais estático e pálido.
Fim do flashback
Presumo que tenham entendido o meu horror aos doces e as vestimentas do meu pai.
Notei também as novas lentes de Doris e que ela tinha alterado seus livros de cabeceira, minha mãe tem o hábito de mudar em certos períodos de tempo seus livros de cabeceira. Meus pais possuem cada qual a sua cabeceira com três livros cada um relógio/despertador e um copo personalisado. Evan possui sempre os mesmos livros: O prícipe, Maquiavel; dicionário de inglês e Mitologia, monstros e deuses. Doris regurlamente troca seu livros, isso me permiti ter uma análise mais apurada sobre como ela se sente em um dado período.
Nesta manhã notei um romance bobo com um título que não pretendo citar, isso me diz que Evan tem faltado com as atividades físicas do casamento; uma comédia, sei que ela não ira termina-lá- o romance consome muito da mente de Doris - e um livro um tanto assustador ao meu ver, é de auto-ajuda e é sobre como os pais devem amar os filhos apesar de tudo, o que suficientemente. Eu não a culpo, sei que é sei dever me amar apesar de tudo mais repeito o que ela sente e entendo se ela não me ama  como o livro a diz para- ninguém realmente sente afeição por mim, como eu igualmente retribuo a indiferença - auto-ajuda não é uma soluçao para os problemas por isso penso que quando Doris chegar à casa devo ter com ela uma coversa fanca sobre o fato de não ser necessário me amar como o livro diz, contanto que continue a me alimentar e tratar como um ser igualitário.
Passada a visita aos quartos dos meus pais não notei nada de noco ou singular, então parti para à janela do corredor para observar a rua sem movimento e os ocasionais surfista indo em direção à praia. Acho que devo preparar um chá e comer algo para poder vômitar mais tarde, não quero passar por um mentiroso quando Doris chegar.

Portanto até mais ver, Matt E. Dunstin

summer vacation

lemon juice by the pool
sunglasses, bikinis and ball
shadows of summer
Rolling Stones songs

that's how we do
is late, and a vacation
is afternoon the Cinderella playfully only  begin at midnight

lemon juice by the pool
stereo with a old CD
all washed down to the smell of sea salt
so are the holidays
summer vacation

The sun burns on top of our heads
the boys are shirtless
and girls pretend not to look

lemon juice by the pool
sunglasses, bikinis and ball
so are the holidays
shadows of summer
all washed down to the smell sea salt

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Em uma folha de papel amarelo com linhas verdes ele escreveu um poema
E intitulou "Chops" porque era o nome de seu cão
E era o que estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A e uma estrela dourada
Sua mãe o abraçou à porta da cozinha e leu o poemas para as tias
Era o ano em que o padre Tracy levava todas as crianças ao zoológico
E ele deixou que cantassem no ônibus
E sua irmãzinha tinha nascido com unhas minúsculas e nenhum cabelo
E sua mãe e seu pai se beijaram tanto
E a garota da esquina mandou um cartão de Dia dos Namorados assinado com vários X e ele teve de perguntar ao pai o que significava o X
E seu pai deixou que ele dormisse na sua cama à noite
E era sempre lá que ele dormia

Em uma folha de papel com linhas azuis ele escreveu o poema
E intitulou "Outono" porque era o nome da estação
E era o que estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A e o pediu para escrever com mais clareza
E sua mãe não o abraçou à porta da cozinha por causa da pintura nova
E as crianças disseram a ele que o padre Tracy fumava cigarros
E largava as guimbas nos bancos da igreja
E às vezes elas faziam buracos
Que era o ano de sua irmã usar óculos com lentes grossas e armação preta
E a garota da esquina riu quando ele pediu para ver o Papai Noel
E os garotos perguntaram por que a mãe e o pai se baijavam tanto
E seu pai não o cobria mais à noite
E seu pai ficou furioso quando ele chorou por isso

Em uma pedaço de papel de seu caderno ele escreveu um poema
E o intitulou "Inocência: Uma Questão" porque a questão era sobre uma garota
E isso estava em toda parte
E seu professor lhe deu um A e um olhar muito estranho
E sua mãe não o abraçou à porta da cozinha porque ele nunca o mostrou a ela
Foi o primeiro anos depois da morte do padre Tracy
E ele esqueceu como terminava o Creio em Deus Pai
E ele pegou a irmã se agarrando na varanda dos fundos
E sua mãe e seu pai nunca se beijavam nem mesmo conversavam
E agarota da esquina usava maquiagem demais
O que fez ele tossir quando a beijou mas ele a beijou mesmo assim porque era a coisa certa a fazer
E às três da manhã ele se aninhou na cama  seu pai roncava alto
É por isso que no verso de uma folha de papel pardo ele tentou outro poema
E o intitulou de "Absolutamente Nada"
Porque era o que estava em toda parte
E ele se deu um A e um corte em cada maldito pulso
E se encostou na porta do banheiro porque nessa hora não pensou que poderia alcançar a cozinha

Este foi o poema que eu li para o Patrick. Ninguém sabia quem era o autor, mas Bob disse que já ouvira antes, e ele soube que era um belhete suicida de um garoto. Eu espero que não seja , por que não sei se gostei do final.

Com amor,
Charlie

Stephen Chbosky